Coletânea irá apresentar diagnóstico da cena independente no Amapá
A realização de uma coletânea que possa agregar a produção musical de bandas independentes do Amapá consiste no primeiro projeto do recém criado Coletivo Palafita. A iniciativa prevê um levantamento da cena local, não só para selecionar as faixas da coletânea, mas também para criar um perfil que será útil na criação de um festival que tenha condições de entrar para a agenda de festivais Fora do Eixo. A idéia é lançar o álbum por ocasião do festival, a previsão é para o primeiro semestre de 2007.
Em breve mais informações.
outubro 20, 2006
Entrevista da Alcinéa Cavalcante sobre Sarney e a imprensa amapaense
Vale pena dá uma olhada no Amapá Busca e conferir entrevista com a jornalista Alcinéa Cavalcante, alvo de mais de 20 ações movidas pelo senador José Sarney, o vitalício. A jornalista fala sobre a perseguição que sofreu e sobre a imprensa amapaense.
Recortei dois pedacinhos para degustação:
Pode-se dizer então que a mídia ajudou nas reeleições de Waldez e de Sarney?
Sim. A imprensa é completamente atrelada ao Governo do Estado. Aqui, o empresariado é muito fraco, então os veículos de comunicação sobrevivem de verbas públicas. Nós temos três jornais diários. Os três são governistas. A maioria das emissoras de rádio também é pró-governo. Dentre as emissoras de televisão, a única que consegue manter uma certa isenção é a TV Amapá, que é afiliada da Globo. Apesar de o governo ser o maior anunciante.
Por que os amapaenses continuam votando em Sarney?
Porque eles não têm a informação. Como a imprensa é aliada dele, não passa a versão real das coisas. O que se diz é que o Sarney trouxe energia para o Amapá. Mentira. Nós tivemos aqui no Estado, por volta de 1991, um racionamento de energia. O Sarney fez um lobby para que o Governo do Amapá comprasse do governo da Bahia uns motores russos, as chamadas Usinas de Camaçari, que não serviam mais para o Estado do Nordeste. Então, o governo se endividou comprando essas usinas e consumiu uma quantidade incrível de óleo diesel. A medida permitiu que não ficássemos 12 horas seguidas sem energia, mas foi apenas um paliativo. O custo foi muito alto, o Estado ficou endividado para pagar esses motores, que são motores velhos, que poluem demais. O Sarney fez um lobby e quebrou o galho do Antônio Carlos Magalhães, que se livrou desses motores obsoletos. Esse é apenas um dos exemplos de como um dos homens mais poderosos do País não trouxe quase nada para o desenvolvimento do nosso Estado.
Vale pena dá uma olhada no Amapá Busca e conferir entrevista com a jornalista Alcinéa Cavalcante, alvo de mais de 20 ações movidas pelo senador José Sarney, o vitalício. A jornalista fala sobre a perseguição que sofreu e sobre a imprensa amapaense.
Recortei dois pedacinhos para degustação:
Pode-se dizer então que a mídia ajudou nas reeleições de Waldez e de Sarney?
Sim. A imprensa é completamente atrelada ao Governo do Estado. Aqui, o empresariado é muito fraco, então os veículos de comunicação sobrevivem de verbas públicas. Nós temos três jornais diários. Os três são governistas. A maioria das emissoras de rádio também é pró-governo. Dentre as emissoras de televisão, a única que consegue manter uma certa isenção é a TV Amapá, que é afiliada da Globo. Apesar de o governo ser o maior anunciante.
Por que os amapaenses continuam votando em Sarney?
Porque eles não têm a informação. Como a imprensa é aliada dele, não passa a versão real das coisas. O que se diz é que o Sarney trouxe energia para o Amapá. Mentira. Nós tivemos aqui no Estado, por volta de 1991, um racionamento de energia. O Sarney fez um lobby para que o Governo do Amapá comprasse do governo da Bahia uns motores russos, as chamadas Usinas de Camaçari, que não serviam mais para o Estado do Nordeste. Então, o governo se endividou comprando essas usinas e consumiu uma quantidade incrível de óleo diesel. A medida permitiu que não ficássemos 12 horas seguidas sem energia, mas foi apenas um paliativo. O custo foi muito alto, o Estado ficou endividado para pagar esses motores, que são motores velhos, que poluem demais. O Sarney fez um lobby e quebrou o galho do Antônio Carlos Magalhães, que se livrou desses motores obsoletos. Esse é apenas um dos exemplos de como um dos homens mais poderosos do País não trouxe quase nada para o desenvolvimento do nosso Estado.
Marcadores: imprensa, jornalismo, midia
Overmixter

Esta previsto para o próximo mês o lançamento do Overmixter, uma versão brasileira do CCMixter, ferramenta que irá permitir a produção livre de remixes, novamente estimulando a criação e recriação colaborativas.
O desenvolvimento do projeto é uma realização em conjunto com o Centro de Tecnologia e Sociedade, da Fundação Getúlio Vargas, e o Criei tive como. Por ocasião do lançamento haverá a promoção de um concurso de remixes, que irá proporcionar intercâmbio com CC Mixter, quem ganhar se apresentará em festival na África do Sul em 2007.
O Overmixter terá logo de cara samples e remixes de músicos que têm licenciado seus trabalhos em CC, como DJ Dolores, Apollonove, Cibelle e outros.

Esta previsto para o próximo mês o lançamento do Overmixter, uma versão brasileira do CCMixter, ferramenta que irá permitir a produção livre de remixes, novamente estimulando a criação e recriação colaborativas.
O desenvolvimento do projeto é uma realização em conjunto com o Centro de Tecnologia e Sociedade, da Fundação Getúlio Vargas, e o Criei tive como. Por ocasião do lançamento haverá a promoção de um concurso de remixes, que irá proporcionar intercâmbio com CC Mixter, quem ganhar se apresentará em festival na África do Sul em 2007.
O Overmixter terá logo de cara samples e remixes de músicos que têm licenciado seus trabalhos em CC, como DJ Dolores, Apollonove, Cibelle e outros.
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