fevereiro 01, 2007

Mãe Dulce: uma história de fé nos cultos afros

Faleceu no último sábado a mãe-de-santo Dulce Moreira, uma mulher fundamental na afirmação dos cultos afros na sociedade amapaense. Aos 82 anos sofreu uma queda e veio a falecer por conta de complicações respiratórias.

Tive a oportunidade de entrevistá-la em vida para matéria públicada no site Overmundo em 2006, por ocasião do Dia Estadual dos Cultos Afros, 8 de maio, dia escolhido por marcar a primeira vez em que se ouviu falar de Tambor de Mina no Amapá. Isso se deu em 1962, na casa da Mãe Dulce, onde também funciona o terreiro de Santa Bárbara, de Mina Nangô.

"Natural da Ilha do Marajó, Estado do Pará, Dulce Moreira era amapaense de coração. Junto com a família instalou em Macapá o primeiro terreiro de umbanda. Há vários anos presidia a Federação Umbandista do Amapá e também era tradicional integrante da Ala das Baianas da Escola de Samba Maracatu da Favela. Durante o enterro, ocorrido no último domingo, brincantes e membros da direção da escola homenagearam a ex-integrante da Ala das Baianas com toques de tambor e sambas de enredo da Maracatu. " (Folha do Amapá)

Para ler a matéria no Overmundo, clica aqui.

Foto: Chico Terra

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2 Comentários:

Às 05 fevereiro, 2007 06:38 , Anonymous Anônimo disse...

Perda de parte da cultura e do pensamento.. ah..... e da energia!!!
Saudades.. estou por aqui também!
Te amo!
Becky

 
Às 05 setembro, 2012 03:22 , Anonymous ana paula moreira disse...

É verdade um ex: de mulher so pude comentar anos depois pos era minha vó e ate hoje sinto muuitas saudades.dulce moreira mulher guerreira.

 

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