O Experiência Imersiva Ambiental realiza em dezembro a terceira edição de um encontro anual, que promoverá um intenso intercâmbio de práticas que tenham como foco a atuação-intervenção artística no espaço público. O grupo esta recebendo projetos de arte que possam ser executados em espaço público. Qualquer grupo ou cidadão, do Brasil e do mundo, pode encaminhar sua proposta.
O EIA é formado por um grupo de amigos que resolveram trabalhar juntos e organizar ações de arte contemporânea na cidade. Algo não muito diferente do que fez durante algum tempo o grupo Urucum, em Macapá.
Não faço idéia de quem forma o grupo hoje, mas sempre será citado por mim quando o assunto for intervenção artística ou atuação coletiva- para o bem e para o mal.
Uma pena que outras iniciativas não tenham dado cabo do grande número de espaços públicos ociosos que temos na capital amapaense, nem vou enumerar, basta pensar nas nossas praças.Seria bom se trabalhos amapaenses se inscrevessem no Experiência Imersiva Ambiental, assim se não fossem selecionados podiam ao menos realizar um encontro local utilizando suas propostas. Olha aí - na foto - um exemplo bem simples e curioso, aplicado pela Silvana Eduvirgens que resolveu cortar os caracóis em pleno Ver-o-peso.
A moça tem outros trabalhos nesta linha, assim como "O fluxo das ribeirinhas: quatro performances nas ruas /pontes do Afuá", uma pesquisa-ação sobre as questões femininas das mulheres do Afuá. Escrevi sobre o trabalho no Overmundo, se quiser saber mais passa lá.
Marcadores: cultura


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